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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
A Mentira (Easy A)
Sinopse:
Olive (Emma Stone) era aquele tipo de estudante que ninguém notava a sua presença e seu amigo Brandon (Dan Byrd) sofria horrores na escola porque era gay. Até o dia em que eles tiveram a ideia de simular uma transa na presença de todos durante uma festa. Foi a deixa para que Olive tornar-se a mais popular da escola, mas toda malandragem tem seu preço e ela passou a ser perseguida por sua, digamos, liberdade.
Ok, vamos de início.
Sabem aquele filme oitentista em que o cara paga pra menina mais descolada da escola fingir que tá saindo com ele pra ele virar popular (Namorada de Aluguel)? Então, a coisa é meio que por aí...
O filme é uma comédia misturada com drama. De início somos apresentados a Olive fazendo um vídeo pra internet. Confesso que fiquei meio perdida de início, mas foi só de início.
Sabe aquele tipo de pessoas que todo colégio tem? Pratricinhas, carentes de atenção, baderneiros e excluídos?! Olive faz parte dos excluídos, ou fazia, até tudo mudar do dia pra noite. (Mentira, foi numa tarde mesmo). A vida da protagonista vira de pernas pro ar quando ela conta uma mentira pra sua melhor amiga, não querendo desapontá-la falando a verdade do motivo de não sair com ela e os seus pais bizarros, ela inventa um encontro.
Mas ainda não é aí que a história realmente começa. A amiga peituda dela acredita que ela transou em seu "encontro", quanto na verdade, Olive passa o fim de semana inteiro com seu cachorro. Até então, você pode pensar, "tá e daí?!" Daí que agora imagine isso num colégio de religiosos fanáticos! Uma vez não mais virgem, a casa cai.
Então, de uma "zé ninguém", a protagonista passa a ser conhecida na escola inteira por ter transado. Por mais que ela tente dizer a verdade, ninguém a ouve, preferem dar crédito às mentiras do que saber o que realmente aconteceu. Aqui há uma crítica interessante quanto a isso, quem nunca contou uma mentira que se tornou uma grande bola de neve? E o pior, as consequências que isso traz.
A partir de então Olive resolve aceitar essa idéia e começa a agir como tal, fazendo com que sua fama aumente. Porém alguns nerds começam a querer pegar o embalo dessa fama e se tornarem populares também e ela acaba passando de garota descolada a uma quase prostituta. Destaque pra cena em que ela e o amigo gay fingem que transam, a forma como eles fazem isso é ilária.
Mas muita água ainda passa por debaixo dessa ponte, nos rendendo algumas risadas.
E é aí justmente onde o filme retorna ao ponto em que se iniciou: Ela divulgando um vídeo contando a verdade pra todo mundo. Foi a única forma de ela conseguir que tudo se desfizesse e que sua reputação voltasse a ser o que era antes.
Detalhe parte 2 - pra que ela consiga que as pessoas assistam ao vídeo da verdade, ela diz a todo mundo que vai tirar a roupa na cam. Absolutamente todo mundo fica conectado.
É um filme muito bom, eu recomendo. Além de garantir boas risadas é também crítico. Tanto na parte das mentiras quanto na parte da "pornografia". Parece que só assim pra atrair a atenção geral do público, afinal quem não lembra da banheira do Gugu líder de audiência em horário nobre?! As twitcans que os digam, as mais vistas são as que englobam alguma sacanagem!.
O filme ainda conta com as atuações de Lisa Kudrow (Friends) e Penn Badgley (Gossip Girl)
É um filme que eu recomendo assistir, algumas cenas realmente valem a pena.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Análise: Jogos Mortais - O Final
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| E lá vamos nós outra vez |
Hoje vou dar meu comentário sobre o último filme da franquia de Jogos Mortais (ao menos, eu espero prundamente que seja o último!). Tá, eu sei que estou atrasada, que o filme há muito já está em cartaz e blá, blá, blá. Mas o fato é que eu só assisti o filme recentemente, tive receio do que viria a resultar disso e, infelizmente minhas suspeitas foram confirmadas.
O filme deixa e muito a desejar. Há muito tempo, toda a história criada desde o início a saga se perdeu durante as diversas continuações dos filmes. A temática foi desfocada passando a bola da vez para as formas de matança, só faltando mudar o nome para "Mil e uma Formas de Matar Alguém". Do primeiro ao terceiro filme a história tinha fundamentos e uma trama bem elaborada que te fazia gudar na tela e reagir de n formas possíveis a cada situação. Mas a partir daí a saga passou a perder em qualidade...
Haja superbonder!
Recordo-me que assisti ao sexto filme nos cinemas e pensei: "Se a história terminar por aí, vair ser legal". Incrivelmente no penúltimo filme a história deu uma guinada e terminou bem (BEM, não excelente). Mas então é anunciado uma continuação que seria o fim. E este fim se deu tragicamente. Não sei quanto à vocês, mas eu não vi graça alguma nesse filme. Senti as coisas um tanto quanto forçadas e a cena final foi bastante meia-boca. Nada de novo, nenhuma emoção, nada a acrescentar, apenas o mesmo de sempre: mortes, mortes, mortes. E diga-se de passagem, algumas chegam até a parecerem ridículas. E se você for do tipo de pessoa crítica, ou até portadora de um humor nego, poderá dar algumas risadas (a exemplo do boneco que você vê claramente ser de borracha).
A saga tinha todas as chances de ser uma super franquia dos filmes de terror/horror, mas acredito que por uma questão de ambição, isso foi perdido nas esquinas do roteiro e produção. Então, senhores produtores, atentem a isso. Eis um exemplo do que vocês JAMAIS devem seguir.
Mas enfim, essa é apenas minha opnião pessoal, apenas explanei-a aqui. Sintam-se livres para poder dar suas próprias críticas, sugestões e opniões.
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